“Mães chatas criam filhos brilhantes”… e mães que continuam a aprender criam filhos livres.

Ser mãe de três filhos — com 18, 16 e 15 anos — é um turbilhão de emoções.

Vejo-os crescer. Vejo-os tornarem-se autónomos. Ouvem-se dizer que já sabem tudo… que eu, a mãe, não percebo, não sei e que já não preciso de ensinar. E cá estou eu… ainda a aprender. Todos os dias. Com eles. Sobre eles. Sobre mim.

Fico feliz por vê-los fortes e independentes. Mas, ao mesmo tempo, há uma tristeza silenciosa… aquela sensação de que já não contam com a nossa opinião como antes. De que, aos poucos, a nossa voz vai ficando no fundo… entre as memórias da infância.

Talvez seja isto o início do “ninho vazio”… mesmo com os filhos ainda em casa.

É a vida. É o ciclo. É amor. É entrega. É crescer… em todas as direções.

E no fundo, é isso que sempre quis: prepará-los para voarem mais alto do que eu.

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2 responses to ““Mães chatas criam filhos brilhantes”…”

  1. cheia Avatar

    É bom vê-los voar.

    Boa semana.

    Beijinhos

  2. Solu@ Avatar

    Sem dúvida!
    Beijinhos

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