Quando noto comportamentos negativos nos meus filhos, pergunto-me primeiro se não estam a espelhando-se em mim…
“… através do processo de evolução, o nosso cérebro tornou-se especialista para estar atento à possível ameaça e mobilizar os nossos corpos para lidar com um potencial predador, lutando ou fugindo. Ainda hoje, o medo e a dor são poderosos mecanismos de aprendizagem que nos protegem as emoções negativas são funcionais e de extrema importância para o ótimo desenrolar da nossa vida. As emoções jogam um importante papel na transmissão de informação, numa base que nos assegura a sobrevivência e a procura de bem-estar e felicidade.
Mas o que fazer com essas partes de nós (emoções negativas, desconfortáveis e incómodas) de extrema importância para a regulação e equilíbrio emocional da nossa vida?
A resposta é surpreendentemente simples. Temos de fazer as pazes com as nossas emoções negativas, aceitando-as, e ao fazê-lo, diminuímos o seu potencial dano. Podemos permitir que pensamentos e sentimentos negativos se manifestem em nós, no entanto, devemos desenvolver um “Eu observador” ou consciência superior que dirija a nossa atenção e comportamento de acordo com as nossas metas, valores e atividades que são produtivas e pessoalmente significativas para nós.
Manter a calma diante de alguma situação, mostrar estratégias para resolver um problema, ter flexibilidade para se adaptar a situações, se concentrar nas horas necessárias e saber se relacionar socialmente com as diferenças da vida humana são algumas das habilidades de quem desenvolve a Inteligência Emocional.”
Fonte: http://www.escolapsicologia.com/ansiedade-nao-elimine-as-sua-emocoes-negativas-regule-as/

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